
Fundador
Guillermo Costa
Eu ensino idiomas para que as pessoas consigam fazer mais com eles Minha experiência com alunos de diferentes países me ensinou uma coisa: entender uma regra e conseguir usá-la numa conversa são habilidades diferentes. É nessa passagem que concentro meu trabalho
Sou professor de inglês, espanhol e português para estrangeiros, com certificação internacional TESOL/TEFL pela UNI-Prep Institute e formação em Design Gráfico pela Lebanese International University, em Beirute
Já dei aula no Brasil, na Argentina, em Portugal, na Costa Rica e no Líbano. Hoje tenho alunos de mais de 9 países e, ao longo dos anos, tive alunos de mais de 15
Ao longo dos anos, trabalhei especialmente com brasileiros, americanos e hispanofalantes que vivem no exterior
Foi ensinando pessoas com línguas maternas diferentes que comecei a desenvolver muitas das estratégias que hoje fazem parte da FlowOut, principalmente no trabalho com pronúncia, listening e comunicação
O método em ação
Não é decorar é conseguir usar
Eu preparo o treino a partir do que você precisa fazer: perguntar, explicar, discordar, entender uma resposta rápida e continuar a conversa. A gramática entra quando ajuda a comunicação
Chunks
Em vez de palavras soltas, combinações que você consegue recuperar e adaptar quando precisa falar
Listening
Você aprende a perceber o que acontece quando as palavras se conectam na fala
Pronúncia
Sons, ritmo e connected speech, porque falar melhor também ajuda a ouvir melhor
Prática
Você fala, responde, pergunta, testa uma frase, ajusta e tenta de novo
Você não começa do zero
Sua língua vira uma ponte
Um brasileiro e um hispanofalante não percebem os mesmos sons da mesma maneira. Por isso, quando ajuda, usamos a escrita e os sons do português para aproximar o que ainda parece estranho no inglês
É uma ponte temporária. Com prática, você passa a reconhecer e produzir esses sons sozinho
What do you do?
Fala real
/uáriudú/
O que você faz?
Como pensamos
Saber sobre o idioma não é conseguir usá-lo
Do saber ao fazer
Conhecer regras e vocabulário ajuda, mas não garante que você consiga responder uma pergunta inesperada. A FlowOut trabalha nessa passagem: do que você sabe para o que você consegue fazer
Melhorar a pronúncia não é perder o sotaque
O foco é clareza, ritmo e perceber como as palavras se conectam na fala. Sotaque não é defeito
O erro mostra alguma coisa
Nem todo erro precisa interromper a conversa. Corrigir também é saber quando corrigir
Aprender também é organizar informação
A formação em design aparece na forma de organizar o material: o que o aluno precisa perceber, o que precisa fazer e em que ordem
Princípios
O que guia cada aula
- 01
Começar simples não significa permanecer simples
Na aula: «I need help» vira «I need some help with the report today»
- 02
Falar e estudar não precisam acontecer em momentos separados
Na aula: você aprende uma estrutura e já usa numa pergunta de verdade
- 03
Gramática é uma ferramenta para compreender e construir linguagem
Na aula: o passado entra quando você precisa contar o que aconteceu na reunião
- 04
Pronúncia serve à comunicação, não à eliminação do sotaque
Na aula: treinar o ritmo de «What do you do?» (/uáriudú/), não imitar um sotaque
- 05
A língua que você já fala pode ajudar a aprender a próxima
Na aula: palavras parecidas com o português viram atalho, e as falsas amigas viram alerta
- 06
O erro informa o que precisa acontecer depois
Na aula: o erro que se repete vira o foco da próxima atividade
- 07
Adultos precisam entender o que estão treinando e por quê
Na aula: antes de cada atividade, você sabe qual situação está treinando
Hoje, a FlowOut não termina na aula
As aulas ao vivo continuam no centro. As apps existem porque habilidade também pede repetição e prática por conta própria
